Achados & Perdidos

29/11/2007

[ Nosso livro na CH das Crianças on-line ]




Escrito por Achados & Perdidos às 11h46
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28/11/2007

[ Artigos do balacobaco ]


Na semana passada enfrentei uma crise com a minha filha adolescente [ rs ]. E, novamente falando em coincidências, me deparei com a revista Psique • Ciência & Vida, nº 22/2007, da editora Escala. Nesse número da revista dois temas muito interessantes foram abordados, temas muito importantes pra mim: a relação entre mãe e filha, e a literatura infanto-juvenil [ por falar em coincidência, nós iremos lançar em breve o nosso novo livro, A poção da vida, uma homenagem aos imortais contos de fada ]. Enfim, eu recomendo a leitura dos dois artigos.

De mãe para filha: Qual foi a mulher que em sua infância não brincou de mamãe e filhinha com sua boneca de estimação? E mais adiante, na adolescência, não implicou com a mãe e vice-versa a ponto de saírem farpas, ameaças, discussões infundadas e infindáveis? O artigo trata da raiz psíquica dos dolorosos e intermináveis conflitos familiares femininos.

Por trás dos contos de fada: A importância das narrativas no aprendizado e na elaboração do autoconhecimento: uma visão junguiana, sua linguagem simbólica e o arquétipo do herói, por Vera Márcia Gonçalves da Silva Pina, coordenadora e docente do curso A visão junguiana dos contos de fada, sua linguagem simbólica e o arquétipo do herói.

“Os contos ajudam a tirar a carga emocional presente nas pessoas; com eles as pessoas deixam de olhar seus problemas de forma individual”.

“Os sentimentos não podem ser atacados pelo intelecto porque não têm base intelectual; os contos nos ajudam a reviver sentimentos escondidos ou desconhecidos”.

Ah, temos outra notícia muito legal. Estamos, Luiz e eu, com dois contos inéditos nas novíssimas revistas Toca e Peteca. Aguardem!

Escrito por Achados & Perdidos às 10h42
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26/11/2007

[ Era uma vez... ]
Diversidade e uso de diferentes linguagens marcam a atual produção da literatura infanto-juvenil brasileira.
Priscilla Brossi Gutierre  16 / 11 / 2007  Portal Literal


Uma rápida visita às livrarias comprova: é grande a quantidade de publicações dirigidas às crianças e adolescentes. Uma produção marcada pela diversidade – há um pouco de tudo – e pelo uso de diferentes linguagens. O projeto gráfico, as imagens e ilustrações ganharam em qualidade e sofisticação e têm no cenário atual grande peso. Só em 2006 foram mais de 4.500 títulos desses dois segmentos lançados no mercado, de acordo com a Câmara Brasileira do Livro. Em meio aos clássicos e às muitas traduções, estão lá nas estantes e vitrines as obras que compõem a nova literatura infanto-juvenil brasileira.

Literatura e escola

Uma linha tênue separa a produção literária para crianças e jovens e o sistema escolar. Talvez porque no Brasil o acesso aos livros se dê mais na escola e não em casa, desde cedo, com a família.

O problema é que, com o crescimento do mercado desse gênero, cresce também a parcela da produção de livros que parece estar mais preocupada em atender determinadas necessidades pedagógicas, sobrepondo-as às qualidades literárias.

O escritor Luiz Bras, também da nova geração, autor de Dias incríveis (Callis) Bia Olhos Azuis (Alaúde), em parceria com Tereza Yamashita, entre vários outros, lembra que, é claro, os livros escritos para esse público muitas vezes invadem o território da educação e da pedagogia. "Isso é inevitável", explica.


"Mas a boa literatura jamais conseguiria manter vínculos espúrios com os valores morais ou cívicos, religiosos ou partidários, dentro ou fora das escolas". E completa: "A boa literatura simplesmente desaparece sempre que, forçada a mudar sua personalidade, tenta ser didática ou moralista".

Silvana Tavano tem avaliação semelhante. "A boa literatura infanto-juvenil que se produz hoje é marcada pelo texto que se abre a várias leituras, sem compromisso com objetivos pedagógicos ou ligados a um 'enredo com moral', o que não impede que estes conteúdos também possam eventualmente ser extraídos do texto", finaliza.

Confira o artigo na íntrega, clicando aqui.


Escrito por Achados & Perdidos às 12h09
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